Dia 4
Acordamos cedinho porque tinhamos que nos por a caminho para o norte do Michigan. Destino: Oscoda, 3h de carro.
“Entao e como e que se vai para la?”. Facil. Segue, segue, segue, segue, e depois vira-se ligeiramente a direita. No caminho incentivei o americano a ouvir “Roupa Nova”, tinha que me sentir perto de casa. Foi um álbum que a minha mana me gravou, que me traz recordacoes de uma certa road trip na Galiza. “Mais que a luz das estrelas aaaahhhh meu universo e voce … baby…” Lindoooo. Amo voces. Bom, e o lover boy la teve que aprender algumas letras e ate fez uma coreografia com as cancoes. E assim o amor. Surdo! Ahahahaha.
A primeira paragem foi em Lansing: capitol city. Que em portugues quer dizer a “cidade

do capitolio”. E tipo a Assembleia da Republica dos australopitecos.
O que me agrada neste tipo de Parlamento e que as pessoas podem mesmo entrar e testemunhar as votacoes, os congressos, e tudo o que deva ser discutido in loco. Nao e preciso identificacao, raio x, assinar papeis, nada! E so en

trar e sentar. De hora a hora ha visitas guiadas dentro do capitol, e so aparecer e juntar-se ao grupo. Quando saimos fomos comprar “minduins”, os melhores de sempre porque sao tostados: 2kgs por 3eur. E pronto la tivemos petisco para a viagem.
Hellloo Oscoda! Entramos numa daquelas zonas

residenciais que se vem nos filmes, com as casas típicas, com relva a frente e atrás e dos lados. Estacionamos nas traseiras perto da garagem, e la estava a “mae americana”. Alta claro, como o resto da familia, com esquilos a saltitar de um lado para o outro e a trepar as arvore

s. Rendi-me aos fascinios da vida no campo. Confesso. Eu que sou tao citadina, comecei a gostar do sitio e de tudo o que o envolvía. Principalmente pela paz de espirito, e pela falta de carros e transito. By night la fomos comer a janta a um restaurante. Cebola frita com molho para cebola frita como entrada, crepe enrolado com peixe tipo filete com outras cenas, e batatas fritas. Yaaammyy. A agua e a borlix, mas e sempre servida com catrefadas de gelo, e la tive que deitar metade do iceberg para o copo do americano. A seguir fomos comer um gelado, e ouvir o barulho da agua do lago que fica por detras de casa. Estava um certo friozito, mas mesmo assim nao mudei a minha nova atitude perante a ideia de gostar da natureza, e como diz uma mana minha “que bem que se esta no campo Adelaide, que bem que se esta no campo…”
2 comentários:
É mesmo... que bem que se está no campo... Parece um livro da Anita: lagos, campo, a mãe americana e esquilos de um lado para o outro!
lolol Parece que vos estou a ver as duas a dizerem isso..Ai que saudades! Mas estás muitooo melhor ai amiga! Mesmo entre esquilos e australopitecos!!
Essa da àgua com gelo é mesmo como aqui em Portugal não é?! Já estou a ver as semelhanças...hahaha
São uns australopitecos muito avançados e nós no fundo é que moramos na pré-história..
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